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O método de estudo bíblico de A. W. Pink

“Nos meus primeiros anos eu assiduamente segui este triplo caminho:

  • Em primeiro lugar, eu lia toda a Bíblia três vezes por ano (oito capítulos do Antigo Testamento, e dois do Novo Testamento diariamente). Eu constantemente perseverei nisso durante dez anos, a fim de me familiarizar com o conteúdo, que só pode ser alcançado por meio de consecutivas leituras.
  • Em segundo lugar, eu estudei uma porção da Bíblia a cada semana, concentrando-me por dez minutos (ou mais) todo dia na mesma passagem, pensando na ordem dela, na ligação entre cada afirmação, buscando uma definição dos termos importantes, olhando todas as referências marginais, procurando seu significado típico.
  • Terceiro, eu meditei sobre um versículo a cada dia, escrevendo-o sobre um pedaço de papel na parte da manhã, memorizando-o, consultando-o em alguns momentos ao longo do dia; pensando separadamente em cada palavra, pedindo a Deus para revelar para mim o seu significado espiritual e para escrevê-la no meu coração. O versículo era o meu alimento para aquele dia. Meditação é para a leitura como a mastigação é para o comer.

Quanto mais alguém seguir o método acima mais deve ser capaz de dizer:

‘A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho’ Sl 119: 105’”

Fonte: perolas do evangelho


O Arquiteto do Universo (parte 3)

Por Myer Pearlman

A. J. Pace, cartunista do periódico evangélico Sunday School Times, fala de sua entrevista com o já falecido Wilson J. Bentley, perito em microfotografia (fotografias do que se vê pelo microscópio). Por mais de um terço de século, esse senhor fotografou cristais de neve. Depois de haver fotografado milhares desses cristais, ele observou três fatos determinantes: primeiro, que não havia dois flocos iguais; segundo: todos tinham um padrão harmonioso e belo; terceiro: todos, invariavelmente, eram hexagonais. Quando inquirido sobre como se explicava essa simetria hexagonal, ele respondeu:

“Decerto ninguém, a não ser Deus, sabe, mas minha teoria é a seguinte: como é do conhecimento de todos, os cristais de neve são formados de vapor de água a temperaturas abaixo de zero, e a água se compõe de três moléculas, duas de hidrogênio que se combinam com uma de oxigênio. Cada molécula é polarizar-se nos lados opostos. O algarismo três, portanto, figura desde o iníco”.

Como podemos explicar estes pontinhos tão interessantes, as voltas e as curvas graciosas e estas quinas chanfradas tão delicadamente cinzeladas, todas elas dispostas com perfeita simetria ao redor do ponto central?”, perguntou Pace.

Bentley encolheu os ombros e respondeu: “Somente o artista que os desenhou e os modelou conhece esse processo”.

Sua declaração acerca do “algarismo três que figura desde o início” fez-me meditar. Não seria o caso, portanto, de o Deus trino que modelou toda a formosura da criação ter rubricado a própria marca da Trindade nessas frágeis estrelas de cristal de gelo como quem assina o nome em sua obra-prima? Ao examinar os flocos de neve ao microscópio, vê-se instantaneamente que o princípio básico da estrutura do floco de neve é o hexágono ou a figura de seis lados, o único exemplo em todo o reino da geometria em que o raio do círculo circunscritivo é exatamente igual ao comprimento de cada um dos seis lados do hexágono. Portanto, resultam seis triângulos eqüiláteros reunidos em um núcleo central, em que todos os ângulos são de 60 graus, a terça parte de toda a área num lado de uma linha reta. Que símbolo sugestivo do Deus trino é o triângulo! Aqui temos unidade: um triângulo, formado de três linhas, em que cada parte é indispensável à integridade do conjunto.

A curiosidade impeliu-me agora a examinar as referências bíblicas sobre a palavra “neve”, e descobri, com grande prazer, esse mesmo “triângulo” inerente na Bíblia. Por exemplo, há 21 (3 x 7) referências que contêm o substantivo “neve” no AT, e três no NT, 24 ao todo. Depois achei três referências que falam da “lepra tão branca como a neve”. Três vezes compara-se a purificação do pecado à neve. Achei mais três que falam de roupas “tão brancas como a neve”. Três vezes compara-se a aparência do Filho de Deus à neve. Mas a maior surpresa foi quando descobri que a palavra hebraica para “neve” é composta totalmente de algarismo “3”! Embora isso não seja geralmente conhecido, o fato é que tanto os hebreus quanto os gregos, por não terem algarismo, usavam as letras do seu alfabeto como algarismos. Bastava um olhar casual de um hebreu à palavra sheleg (palavra hebraica para “neve” para ele perceber que ela poderia ser lida tanto como 333 quanto como “neve”. No hebraico, a primeira letra, que corresponde ao som “sh”, vale 300; a segunda consoante, o “l”, vale 30; e a consoante final, o nosso “g”, vale 3. Somando-as, temos 333, três algarismos “3”. Curioso, não é verdade? Mas por que não esperar exatidão matemática de um livro plenamente inspirado, tão maravilhoso quanto o mundo que Deus criou?

Muito se fala a respeito de Deus: “Ele [Deus] faz coisas grandiosas, acima do nosso entendimento. Ele diz à neve: ‘Caia sobre a terra’, e à chuva: ‘Seja um forte aguaceiro’” (Jó 37:5,6). Estou aqui, há dois dias inteiros, empenhando na tentativa de copiar à mão o desenho que Deus fez, a saber, os seis cristais de neve, e fiquei bastante fatigado. E como é fácil para ele fazê-lo! “Ele diz à neve” – e com uma palavra, pronto, está feito.

Imagine quantos milhões de cristais de neve caem sobre um hectare de terra durante uma hora; e imagine, se puder, o fato surpreendente de que cada cristal tem sua individualidade própria, um desenho e modelo sem duplicata, nessa ou em qualquer outra tempestade. “Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance; é tão elevado que não o possa atingir” (Sl 139.6). Como pode uma pessoa sensata, diante de tal evidência de desígnios, multiplicados por um sem-número de variedades, duvidar da existência e da obra do desenhista, cuja capacidade é imensurável? Um Deus capaz de criar tantas belezas é capaz de tudo, até mesmo de moldar nossa vida dando-lhe beleza e simetria.


O Arquiteto do Universo (parte 2)

Por Myer Pearlman

Tomemos como ilustração a vida dos insetos. Há uma espécie de escaravelho cujo macho tem chifres magníficos, duas vezes mais compridos que o seu corpo; a fêmea não tem chifres. No estágio larval, eles enterram-se a si mesmos na terra e, silenciosamente, esperam na escuridão por sua metamorfose. São sem dúvida meros insetos, sem nenhuma diferença aparente e, no entanto, um deles escava para si um buraco duas vezes mais profundo que o outro. Para quê? Para que haja espaço para os chifres do macho se desenvolverem com perfeição. Por que essas larvas, aparentemente iguais, diferem assim em seus hábitos? Quem ensinou o macho a cavar um buraco duas vezes mais profundo que a fêmea? É o resultado de um processo racional? Não, foi Deus, o Criador, quem pôs naquelas criaturas a percepção instintiva que lhes seria útil.

De onde esse inseto recebeu sua sabedoria? Alguém talvez pense que ele a herdou de seus pais. Mas um cão ensinado, por exemplo, transmite à sua descendência sua astúcia e agilidade? Não. Mesmo que admitamos que o instinto seja herdado, ainda deparamos com o fato de que alguém teria instruído o primeiro escaravelho chifrudo. A explicação do maravilhoso instinto dos animais acha-se nas palavras do primeiro capítulo de Gênesis: “Disse Deus”- isto é, a vontade de Deus. Quem observa o funcionamento de um relógio sabe que a inteligência não está no relógio, mas sim no relojoeiro. E quem observa o instinto maravilhoso das menores criaturas concluirá que a primeira inteligência não era a delas, mas sim de seu Criador, e, portanto, existe uma mente que controla os menores detalhes da vida.

O doutor Whitney, ex-presidente da Sociedade Americana e membro da Academia Americana de Artes e Ciências, disse certa vez que “um ímã atrai o outro pela vontade de Deus, e ninguém pode dar explicação melhor que essa”. O que o senhor quer dizer com a expressão ‘vontade de Deus’?”, alguém lhe perguntou. O doutor Whitney replicou: “Como o senhor define a luz? [...] Existe a teoria corpuscular, a teoria de ondas e, agora, a teoria do quantum; e nenhuma das teorias passa de uma conjectura dos estudiosos. Com explicações tão boas como essas, podemos dizer que a luz caminha pela vontade de Deus [...] A vontade de Deus, essa lei que descobrimos sem que a possamos explicar, é a única palavra final”.


O Arquiteto do Universo

Por Myer Pearlman

O grande relógio de Estrasburgo tem, além das funções normais de um relógio, uma combinação de luas e planetas que se movem ao longo dos dias e meses com a exatidão dos corpos celestes, com seus grupos de representações que aparecem e desaparecem com regularidade igual ao soar das horas no grande cronômetro.

Declarar não ter havido um engenheiro que construiu o relógio e que o objeto “surgiu por acaso” seria insultar a inteligência e a razão humanas. É insensatez presumir que o Universo “surgiu por acaso”, ou, em linguagem científica, que surgiu “da confluência fortuita dos átomos”.

Suponhamos que o livro O Peregrino fosse descrito da seguinte maneira: O autor tomou um vagão com tipos de imprensa e, com uma pá, os atirou no ar. Quando caíram no chão, naturalmente e gradualmente se ajuntaram, de maneira que formaram a famosa história de Bunyan. O homem mais incrédulo diria: que absurdo! E a mesma coisa dizemos nós a respeito das suposições do ateísmo em relação à criação do Universo.

O exame de um relógio revela que ele tem os sinais de desígnio, porque as diversas peças são reunidas com um propósito prévio. Elas são colocadas de tal modo que produzem movimentos, e esses movimentos são regulados de tal maneira que marcam as horas. Disso inferimos duas coisas: primeiramente, que o relógio teve alguém que o fez e, em segundo lugar, que o seu fabricante compreendeu sua construção e o projetou com o propósito de marcar as horas. Da mesma maneira, observamos o desígnio e a operação de um plano no mundo e, naturalmente, concluímos que houve alguém que o fez e que sabiamente o preparou para o propósito ao qual serve.

O fato de nunca termos observado a fabricação de um relógio não afetaria essas conclusões, mesmo que jamais conhecêssemos um relojoeiro ou que jamais tivéssemos idéia do processo desse trabalho. Igualmente, nossa convicção de que o Universo teve um arquiteto de forma nenhuma sofre alteração pelo fato de jamais termos observado sua construção ou de nunca termos visto o arquiteto.

Do mesmo modo, nossa conclusão não se alteraria se alguém nos informasse que “o relógio é resultado da operação das leis da mecânica e que é possível explicá-lo pelas propriedades da matéria”. Ainda sim, teremos de considerá-lo uma obra de um hábil relojoeiro que soube aproveitar essas leis da física e suas propriedades para fazer funcionar o relógio. Da mesma forma, quando alguém nos informa que o Universo é simplesmente o resultado da operação das leis da natureza, somos constrangidos a perguntas: “Quem projetou, estabeleceu e usou essas leis?”, pois uma lei implica um legislador.


A BÍBLIA NÃO TENTA PROVAR QUE DEUS EXISTE

Por Dr. A. B. Davidson

A Bíblia não tenta demonstrar a existência de Deus, porque em toda a Bíblia subentende-se sua existência. Parece não haver nenhuma passagem no Antigo Testamento que represente os homens procurando conhecer existência de Deus por meio da natureza ou pelos eventos da providência, embora haja algumas passagens que impliquem que as idéias falsas sobre a natureza de Deus podem ser corrigidas pelo estudo da natureza da vida [...]. O Antigo Testamento cogita tão pouco sobre a possibilidade de conhecer Deus quanto cogita de provar sua existência. Por que os homens argumentariam de que o conheciam, cônscios de estar em comunhão com ele, de que seus pensamentos estão cheios dele e são esclarecidos por ele, pois sabiam que seu Espírito se movia neles e os guiava em toda a sua história?

A idéia de que o homem chega ao conhecimento de Deus ou à comunhão com ele por meio de seus próprios esforços é totalmente estranha ao Antigo Testamento. Deus fala, ele aparece; o homem ouve e vê. Deus aproxima-se dos homens, estabelece uma aliança ou relação especial com eles e dá-lhes mandamentos. Os homens o recebem quando ele se aproxima: aceitam sua vontade e obedecem aos seus preceitos. Em parte alguma, Moisés e os profetas são representados como pensadores que refletem sobre o invisível, formam conclusões acerca dele ou alcançam conceitos elevados em relação à Divindade. O invisível manifesta-se a eles, e eles o conhecem.


O evangelho de Jesus Cristo (esboço em versículos)

  • O CARÁTER DE DEUS

A SANTIDADE DE DEUS

Tu que és tão puro de olhos que não podes ver o mal, e que não podes contemplar a perversidade. Habacuque 1:13

Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça. Isaias 59:2

A JUSTIÇA DE DEUS

Porque o Senhor é justo; ele ama a justiça; os retos, pois, verão o seu rosto. Salmo 11:7

Mas o Senhor dos exércitos é exaltado pelo juízo, e Deus, o Santo, é santificado em justiça. Isaias 5:16

Deus é um juiz justo, um Deus que sente indignação todos os dias. Se o homem não se arrepender, Deus afiará a sua espada; armado e teso está o seu arco. Salmo 7:11-12

  • A DEPRAVAÇÃO E CONDENAÇÃO DO HOMEM

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Romanos 3:23

Pois todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia… Isaias 64:6

Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. Gálatas 3:10

  • O GRANDE DILEMA

O que justifica o ímpio, e o que condena o justo, são abomináveis ao Senhor, tanto um como o outro. Provérbios 17:15

Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio, de modo que o justo seja como o ímpio; esteja isto longe de ti. Não fará justiça o juiz de toda a terra? Gênesis 18:25

  • GOD’S ACTION

Embora mantendo Sua santidade e justiça, a Bíblia também afirma que Deus é amor, e que em amor Ele respondeu a essa situação difícil do homem.

MOTIVADO PELO AMOR

Porque Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos.  Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4:8-10

A CRUZ DE CRISTO

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus. Romanos 3:23-26

A RESSURREIÇÃO

O qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitado para a nossa justificação. Romanos 4:25

  • RESPOSTA DO HOMEM

ARREPENDIMENTO com o reconhecimento e confissão que o que Deus falou sobre nós é verdade – nós pecamos.

Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares. Salmo 51:3-4

O genuíno reconhecimento da nossa pecaminosidade e culpa irá também nos conduzir a um genuíno pesar, vergonha e também ódio pelo que nós fizemos.

Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço. Romanos 7:15

Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Romanos 7:24

Sinceridade aparente de confissão apenas, nunca será a definitiva evidência do arrependimento genuíno. Isto deve ser acompanhado pelo abandono do pecado.

Lavai-vos, purificai-vos; tirai de diante dos meus olhos a maldade dos vossos atos; cessai de fazer o mal. Isaías 1:16

… toda árvore, pois que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo. Mateus 3:10

DEFINIÇÃO DE FÉ

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. Hebreus 11:1

e estando certíssimo de que o que Deus tinha prometido, também era poderoso para o fazer. Romanos 4:21

FÉ BASEADA NAS PROMESSAS DE DEUS

Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu único Filho para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Creia no Senhor Jesus, e você será salvo. Atos 16:31

EXEMPLO DE UM CRENTE

… servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne. Filipenses 3:3

A BASE DE UMA CONFIANÇA GENUÍNA

Verdadeira conversão: O verdadeiro cristão é uma nova criatura e viverá a vida que reflete trabalho radical de Deus na re-criação na vida dele/dela.

Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17

Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Mateus 7:16

Confiança é baseado sobre auto-examinação à luz das escrituras.

Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. 2 Coríntios 13:5

Estas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna. 1 João 5:13

TESTE DA GARANTIA BÍBLICA

1 João 1:5-7 (andando na Luz), 1 João 1:8-10 (confissão de pecados), 1 João 2:3-4 (obediência), 1 João 2:9-11 (amor pelo irmão), 1 João 2:15-17 (ódio pelo mundo), 1 João 2:24-25 (perseverança na doutrina), 1 João 3:10 (justiça), 1 João 4:13 (testemunho do Espírito), Hebreus 12:5-8 (disciplina).

Fonte: HeartCry Missionary Society


Sexo Cristão

por C. S. Lewis

A castidade é a menos popular das virtudes cristãs. Porém, não existe escapatória. A regra cristã é clara: “Ou o casamento, com fidelidade completa ao cônjuge, ou a abstinência total.” Isso é tão difícil de aceitar, e tão contrário a nossos instintos, que das duas, uma: ou o cristianismo está errado ou o nosso instinto sexual, tal como é hoje em dia, se encontra deturpado. E claro que, sendo cristão, penso que foi o instinto que se deturpou. (…)

Dizem que o sexo se tornou um problema grave porque não se falava sobre o assunto. Nos últimos vinte anos, não foi isso que aconteceu. Todo o dia se fala sobre o assunto, mas ele continua sendo um problema. Se o silêncio fosse a causa do problema, a conversa seria a solução. Mas não foi. Acho que é exatamente o contrário. Acredito que a raça humana só passou a tratar do tema com discrição porque ele já tinha se tornado um problema. Os modernos sempre dizem que “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”. Com isso, podem estar querendo dizer duas coisas.


Uma delas é que “não há nada de errado no fato de a raça humana se reproduzir de um determinado modo, nem no fato de esse modo gerar prazer”. Se é isso o que têm em mente, estão cobertos de razão. O cristianismo diz a mesma coisa. O problema não está nem na coisa em si, nem no prazer. Os velhos pregadores cristãos diziam que, se o homem não tivesse sofrido a queda, o prazer sexual não seria menor do que é hoje, mas maior. Bem sei que alguns cristãos de mente tacanha dizem por aí que o cristianismo julga o sexo, o corpo e o prazer como coisas intrinsecamente más. Mas estão errados. O cristianismo é praticamente a única entre as grandes religiões que aprova por completo o corpo — que acredita que a matéria é uma coisa boa, que o próprio Deus tomou a forma humana e que um novo tipo de corpo nos será dado no Paraíso e será parte essencial da nossa felicidade, beleza e energia. O cristianismo exaltou o casamento mais que qualquer outra religião; e quase todos os grandes poemas de amor foram compostos por cristãos. Se alguém disser que o sexo, em si, é algo mau, o cristianismo refuta essa afirmativa instantaneamente. Mas é claro que, quando as pessoas dizem “o sexo não é algo de que devemos nos envergonhar”, elas podem estar querendo dizer que “o estado em que se encontra nosso instinto sexual não é algo de que devemos sentir vergonha”.

Se é isso que querem dizer, penso que estão erradas. Penso que temos todos os motivos do mundo para sentir vergonha. Não há nada de vergonhoso em apreciar o alimento, mas deveríamos nos cobrir de vergonha se metade das pessoas fizesse do alimento o maior interesse de sua vida e passasse os dias a espiar figuras de pratos, com água na boca e estalando os lábios. Não digo que você ou eu sejamos individualmente responsáveis pela situação atual. Nossos ancestrais nos legaram organismos que, sob este aspecto, são pervertidos; e crescemos cercados de propaganda a favor da libertinagem. Existem pessoas que querem manter o nosso instinto sexual em chamas para lucrar com ele; afinal de contas, não há dúvida de que um homem obcecado é um homem com baixa resistência à publicidade. Deus conhece nossa situação; ele não nos julgará como se não tivéssemos dificuldades a superar. O que realmente importa é a sinceridade e a firme vontade de superá-las.

Fonte: Pérolas do Evangelho


O nome Jesus, nossa esperança!

Em nossa igreja aqui em Ikotos algumas crianças apresentaram um drama contando o dia-a-dia do ímpio (bêbados, malandros, feiticeiros e assassinos, e outros) e dos cristãos, todos riam muito inclusive os pequenos atores. Enquanto eu assistia meu coração queimava e não consegui me alegrar com a peça, nem por um momento. Foi quando me levantei (após o término da peça) e derramei meu coração. Tentarei escrever o que foi falado e, claro, mais coisas que me vier ao coração:

Esse drama que nos faz tanto rir é a drama da vida real, é a realidade de muitos que estão perecendo e hoje mesmo podem ir para o inferno. Esse drama mostra a realidade daqueles que estão lá fora, mas que alguns de vocês podem estar entre eles. Enquanto você ri do bêbado cambaleando pela rua esquece-se do lugar para onde ele está indo: o inferno. E o que torna menos engraçado é que você que aponta o dedo e ri pode estar indo para o mesmo lugar.

Um dia pedi para Deus me mostrar o Seu sentimento em relação aquele povo que passa o dia inteiro bebendo e jogando na rua do mercado e também pelos feiticeiros. Depois dessa oração apenas chorei copiosamente. Enquanto você ri da desgraça do ímpio, Deus chora por eles. Tenho certeza que se você pedir para Deus compartilhar os Seus sentimentos você também irá chorar.

Talvez essa distinção aconteça por se achar bom e aqueles lá maus. Que engano, não há diferença entre você e o bêbado e nem entre você e o feiticeiro, ambos são maus e merecem o inferno. O que não nos deixa ir imediatamente para lá é a misericórdia de Deus. A diferença que precisa ter é “eu sou mau, mas em arrependimento”, pois se não se arrepender da sua iniqüidade todos irão para o mesmo lugar.

Somos todos maus (Rm 3.23), digo “somos” porque eu estou incluso na lista, gostamos dos melhores lugares e quando fazemos uma boa ação logo tocamos a trombeta para que todos saibam. Gostamos de aplausos, de elogios. Quando alguém vem nos agradecer ou dizer o quanto somos bons ficamos sem graça e dizemos “que isso, não foi nada”, mas no coração “é, eu sou bom mesmo”. Hipócrita, isso que nós somos. Vamos para Jesus:

“Jesus, sabendo isso, retirou-se dali, e acompanharam-no grandes multidões, e ele curou a todas. E recomendava-lhes rigorosamente que o não descobrissem” Mt 12:15,16

Como sempre, as atitudes de Jesus são sempre opostas, enquanto muitos querem a fama, Jesus quer o anonimato. Jesus tinha todo direito de ser coroado com honrarias e muita pompa, mas preferiu uma coroa de espinho e um manto de sangue. Somos todos indesculpáveis, preferimos carregar a cruz em nosso pescoço como ornamento ou estampada em camisetas do que carregar a cruz nas costas e tomar rumo para o Monte da Caveira para ali morrer.

O texto de Mateus 12 não acaba ali, ele continua dizendo:

“Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz; porei sobre ele o meu espírito, e anunciará aos gentios o juízo. Não contenderá nem clamará, nem alguém ouvirá pelas ruas a sua voz; não esmagará a cana quebrada, e não apagará o morrão que fumega; até que faça triunfar o juízo; e no seu nome os gentios esperarão”. Mt 12:17-21

Jesus não era um homem qualquer, pois foi Deus quem o escolheu e nele colocou o Seu espírito. Jesus, o amado de Seu Pai, se mostrou como servo de todos, enquanto nós desejamos ser servidos. E eis o juízo que Jesus veio anunciar:

“Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus” Jo 3.18

Não importa se você é bom, ou se você não faz parte daqueles que estão do lado de fora. Importa se você crê no nome de Jesus. É por causa do nome de Jesus que nós estamos aqui, essa profecia se cumpriu em nós. Eu, lá de longe, do outro continente ouvi sobre Jesus e coloquei minha esperança nesse nome. Pois o nome de Jesus é poder, é salvação, é sustento, é libertação, nesse nome não há engano e nem falha. Nele nós esperamos. Jesus é a esperança para aquele bêbado cambaleante e também para aquela frenética feiticeira.

“… no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” Jo 16.33b

“E eu lhes fiz conhecer o teu nome e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja” Jo 17.26


Deus e a montanha!

Quando olhamos de longe uma montanha cheia de árvores parece tudo muito pequeno até escalarmos ela. Quando chegamos no topo percebemos quão grande são as árvores e quão alto é a montanha, e quando olhamos para baixo tudo que vemos parece brinquedos em miniatura de tão pequeno que ficam.

Em relação a Deus não é tão diferente. Olhamos para Ele de longe, parece grande, chegamos a afirmar “Deus é grande” (talvez no fundo não tanto), mas quando decidimos “escalar” n’Ele através da oração até chegar as alturas percebemos que Ele chega a ser um Deus Temível e terrível de tão grande e majestoso Ele é. E quando estamos lá no topo, n’Ele, e olhamos para baixo, tudo fia tão pequeno e insignificante que o único lugar que passaremos a desejar é estar n’Ele.


Amor do Pai!

por Tábata Castro Constantino

Quanto mais me achego a Deus, mais reconheço que nada sou, sou “lixo, miserável, medíocre, pecadora”, pois a Sua luz revela quem realmente sou. Mas quando percebo isso, corro para JESUS, e como assim como um PAI amoroso e de graça (favor imerecido), ELE vem também correndo.

Exatamente como o pai na parábola do filho pródigo:

“Continuou (Jesus): Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me à parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente (devasso, corrupto). Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas (lavagem) que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.    

E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.”Luca15.11-32”.

DEUS nos abraça, trazendo a cura, libertação, a restauração, a transformação do nosso ser,  e então nos lava com o precioso Sangue de JESUS, nos purificando de toda sujeira, nos libertando do passado e curando toda ferida da nossa alma. Então ELE nos veste com vestes novas e limpas, aptas as estarem em SUA presença, vestes de santidade, de “justiça” e adoração, e a vestes também representa posição social, ou seja, extremo valor. E  faz uma aliança conosco colocando um anel em nosso dedo, e nos dá a identidade de filhos, e a autoridade também, pois o anel tipifica a aliança (confiança), a identidade e autoridade. E nos põe uma sandália em nossos pés (a preparação do Evangelho), firmando assim nossa caminha sobre a ROCHA que é JESUS, as sandálias também significam sinal de liberdade, a sandália diferencia o escravo do filho livre. E o PAI nos diz: - filho realmente tu não é nada, mas EU TEU PAI, lavo-te com o sangue do MEU FILHO JESUS, e te purifico, (isso se mostra quando o ai do filho pródigo que se arrepende e volta pro seu pai, ele se lança ao seu pescoço e assim DEUS faz conosco) e continua dizendo: -ME lanço seu pescoço te abraçando demonstrando o MEU amor por ti, te curando, tratando. EU TEU PAI troco as tuas vestes por vestes novas e limpas, vestes de santidade, justiça e adoração e  te digo tens muito valor MEU filho amado. EU TEU DEUS ponho um anel em teu dedo, confirmando e firmado a tua identidade de MEU filho, e faço assim a MINHA aliança contigo, EU TEU PAI coloco uma sandália em teus pés , que é a preparação do evangelho, te firmando sobre a MINHA PALAVRA e te diferencio dos escravos como MEU filho, comemoramos então com uma festa, essa ocasião especial e juntos alegremo-nos, EU com a tua presença filho e você com  MINHA  presença!

É JESUS que é tudo em nossas vidas, é ELE que nos sara, trata, quando nos arrependemos e resolvemos nos achegar a ELE , ELE também se achega a nós, e confirma a nossa identidade de salvos e filhos através do SEU sangue derramado na cruz, ELE troca nossas vestes, que são farrapo de imundícia,por vestes novas e limpas, de santidade , justiça e adoração pelo SEU SANTO ESPIRITO,  firma os nossos pés sobre a SUA palavra, e faz a festa por nosso arrependimento, volta e presença , que é a recompensa do SEU grande sacrifício.

Eu continuo sendo nada, mas vestes trocadas me purificação, me tornam aptos para estar diante de DEUS,e também mostram meu valor diante do meu PAI, as vestes da santidade, justiça e adoração, o anel me dá uma nova identidade à de filho, me da uma nova aliança com DEUS TODO-PODEROSO tornando-O meu PAI, e me dando autoridade, e as sandálias me firmam na caminha sobre a SUA palavra, e me dizem que sou filho e não mais escravo, me dizem que sou livre em CRISTO JESUS meu SENHOR e SALVADOR. Mas o abraço é um ato de amor do PAI quando vê que reconhecemos que sem ELE não somos nada e miseráveis e decidimos correr para SEUS braços, e quando ELE vê que estamos indo em SUA direção, JESUS também corre em nosso direção e nos aceita como somos, nos ama como estamos. E depois nos transforma: com o SEU abraço de amor, com as vestes, a sandálias e as vestes e faz uma festa pra comemorar o nosso retorno e que estaremos juntos por toda a eternidade!


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